São Pio de Pietrelcina, sim ou não?



Desde Adão e Eva até aos nossos dias, quantas pessoas estariam gozando no céu a visão beatífica? Não temos como conferir, mas certamente serão bilhões e... E são santos de verdade, embora não entrem na nossa contabilidade. Quando falamos de santos, normalmente, pensamos somente nos que foram declarados tais.
Na Igreja, desde seus primórdios, temos muitos ou muitíssimos santos reconhecidos, basta pensar nos Apóstolos, nos inúmeros Mártires dos primeiros séculos do cristianismo e nos de hoje, nos Santos Padres, etc., etc. . Nos primeiros tempos eram confirmados pela devoção popular (sensus fidei), e mais tarde, declarados oficialmente pelas autoridades eclesiásticas, após acurados estudos e confirmação de milagres atribuídos à intercessão dos mesmos E, graças a Deus, eles continuam a surgir também nos nossos tempos. Inclusive alguns que suscitam milhões de devotos. Alguns ou muitos estão por aí ainda enterrados, bastaria garimpá-los (com um processo de Beatificação e de Canonização).

Seríamos obrigados a venerar os santos, tornar-nos devotos deles? - Em princípio, não somos obrigados a ter devoção especial a nenhum santo, com exceção de Nossa Senhora, por ser Mãe de Cristo e nossa Mãe, e por ter sido Ela constituída por Deus Medianeira de todas as graças (desconhecer ou não dar importância à própria Mãe seria um absurdo). Mais: Desprezar a comunhão dos santos, a intercessão deles nas nossas necessidades, também não será motivo de glória para ninguém. – Podem existir manifestações exageradas, distorcidas, para algum ou alguns santos; quando, por exemplo, vai-se girando toda a Igreja fazendo genuflexões e beijando imagens sem dar-se conta ou menosprezando a presença de Cristo no Tabernáculo, ou quando se manipulam os fatos, se inventam milagres, se “fabricam santos” à base de marketing, etc... Podem existir jeitos fanáticos de cultuar os santos, o que não é dos planos de Deus.

No entanto, na nossa profissão de fé proferimos também: “Creio na Comunhão dos santos”, na intercessão deles por nós, membros da Igreja peregrina E não deveria tratar-se duma fé platônica, mas sim de uma fé verdadeira, real. É desígnio da Providência divina que algumas pessoas (homens e mulheres), de todos e de cada tempo, se tornem paradigmas na Igreja e atraiam devotos entusiastas, até aos milhões. Quem não percebe isto, também em nossos dias? E é maravilhoso que isto aconteça.
Sem dúvida Padre Pio de Pietrelcina é exatamente um desses. Um santo que suscitou e está suscitando cada vez mais milhões de verdadeiros devotos no mundo inteiro, não só entre a gente simples, mas até entre os membros das altas esferas da Igreja.
Pode-se dizer que o maior devoto do Padre Pio foi o então sacerdote Karol Wojtyla, depois João Paulo II, isto quando Padre Pio era vivo e mais ainda depois da morte dele.

Eis algumas confirmações disso: Karol Wojtyla foi ordenado padre em 01/11/1946 e, em seguida, foi enviado a Roma para doutorar-se em Teologia. Na semana da Páscoa de 1948, nos primeiros dias de abril (com ano e meio de padre e quase 28 de idade), ele foi a San Giovanni Rotondo “para conhecer o Padre Pio, falar com ele, assistir-lhe a Missa e, possivelmente, confessar-se com ele”. E conseguiu tudo o que desejava, ficando totalmente cativado por ele. Daquele dia em diante ele se tornou um admirador, um verdadeiro fã do Padre Pio.

Um segundo contato com o Padre Pio ainda vivo, desta vez por correspondência, aconteceu em 1962, quando Karol já era Bispo, Vigário Capitular da Diocese de Cracóvia, Polonia. Achando-se em Roma para a primeira fase do Concílio Vaticano II, foi informado de que a Dra. (médica psiquiatra) Wanda Poltawska, que trabalhara na pastoral universitária com ele em Cracóvia, estava desenganada em razão dum câncer generalizado nos intestinos. O marido dela, aflito, comunicou ao Bispo em Roma a situação desesperadora. Este não teve dúvidas em dirigir-se imediatamente ao Padre Pio por carta: “Venerável Padre, peço-te uma prece por uma mãe de 4 filhas, com 40 anos de idade, de Cracóvia, agora em perigo gravíssimo de saúde e da própria vida, em razão dum câncer: para que Deus pela intercessão da Beatíssima Virgem mostre sua misericórdia a ela e à sua família. Gratíssimo em Cristo. + Carlos Wojtyla”, isso em 17/11/1962. A carta foi levada em mãos pelo Comendador Ângelo Battisti, que a entregou ao destinatário no dia seguinte, 18 de novembro. Padre Pio pediu ao próprio emissário: “Abre e lê!” – Ao tomar conhecimento do teor da carta, encarregou o portador de “garantir ao interessado que rezaria muito por esta mãe”, acrescentando também: “A este (Wojtyla) não se pode dizer não”. O Comendador, curioso, perguntou-lhe: “Porquê?” – Padre Pio sussurrou algumas palavras, ininteligíveis.

No dia 21 daquele novembro, em Cracóvia, antes da intervenção cirúrgica, a Dra. Wanda acordou sem dores. . Foi submetida a radiografias de rotina antes de entrar na sala de cirurgia. O oncólogo, surpreendido, aproximou-se dela dizendo “que não havia mais necessidade de intervenção”. Ela não sabia dos trâmites do marido com Dom Wojtyla e deste com Padre Pio; pensou que se tratara apenas duma infeção e não dum câncer generalizado.
O marido de Wanda, porém, que havia pedido ao Bispo orações, comunicou ao mesmo a cura instantânea. E Dom Wojtyla, convencido de que se tratava dum milagre, no dia 28 de novembro, escreveu outra carta ao Padre Pio nos seguintes termos: “Venerável Padre, a senhora de Cracóvia, mãe de 4 filhas, no dia 21 de novembro antes da intervenção cirúrgica instantaneamente readquiriu a saúde graças a Deus e também a ti. Venerável Padre, apresento o meu maior agradecimento em nome dela, do seu marido e de toda a família. + Carlos Wojtyla, Vigário Capitular de Cracóvia” – O mesmo Comendador levou-a ao Padre Pio entregando-lha no dia 1º de dezembro. Padre Pio desta vez perguntou quem era o remetente. O portador não sabia (pois nas duas vezes recebera as cartas por intermédio dum terceiro), mas desconfiava que fosse o mesmo da carta anterior. Padre Pio ordenou: “Abre e lê!” Acabada a leitura, Padre Pio comentou: “Deus seja agradecido!” – Na mesinha encontrava-se ainda a primeira carta. Padre Pio entregou-a ao Comendador, dizendo: “Guarda estas duas cartas”. Battisti na ocasião não compreendeu o porquê disso; veio a compreendê-lo quando Wojtyla foi eleito Papa.

A Dra. Wanda, mesmo informada pelo Bispo, da intercessão do Padre Pio em favor da sua saúde, por um bom tempo, não quis acreditar nisso, pois dizia nem saber da existência desse Padre. Mas, finalmente, em maio de 1967, decidiu visitar o Padre Pio. Ela mesma dá a versão desse encontro: “Colocamo-nos (com uma religiosa que fazia de intérprete) na igreja junto ao altar, bastante próximas. Podia observar Padre Pio enquanto celebrava a Missa. Uma Missa excepcional. Nenhum sacerdote havia jamais celebrado a Missa como o Padre Pio. E jamais tinha visto os italianos tão silenciosos como durante essa Missa. Porque normalmente falam, gritam... Ademais, a Missa durava longamente. Assim pude observar Padre Pio de perto. Caminhava com dificuldade, apoiando-se em alguém. Como médica conhecia os sintomas do sofrimento. Via que sofria, que cada passo dele era doloroso. Durante a Missa vi o sangue dos seus estigmas impregnando as luvas. Acabada a celebração, Padre Pio dirigia-se devagarinho à sacristia pelo lado em que nos achávamos. E olhava, olhava, como a procurar alguém. Veio na minha direção, fez-me uma carícia e disse: “agora está bem?”. Só naquele momento dei-me conta de que houvera uma intervenção dele (para o milagre) porque antes não acreditava. Daquele momento, Padre Pio mudou minha vida. Agora eu invoco Padre Pio, “o meu santo particular”. É meu. Assiste-me em cada viagem. Protege-me”.

E os anos foram passando... Em 23 de setembro de 1968, Padre Pio morreu com extraordinária fama de santidade. Ao seu enterro participaram mais de cem mil pessoas, devotos. E os peregrinos iam chegando sempre mais a San Giovanni Rotondo, apesar de restrições por parte de algumas autoridades eclesiásticas. Para Karol Wojtyla, porém, nunca houve dúvidas sobre a santidade do Padre Pio e não perdia ocasiões para testemunhar isso aos que o cercavam. Ele confidenciava aos amigos: “Eu não rezo por Padre Pio, mas rezo ao Padre Pio”.

Em novembro de 1974, Dom Wojtyla, já Cardeal, acompanhado por um colega de estudos Bispo, Dom André Maria Deskur, e seis sacerdotes poloneses, fez-se peregrino também ele para celebrar em San Giovanni Rotondo seu aniversário de ordenação sacerdotal (1/11/1946 – 1/11/1974). No dia 2 celebrou na cripta onde está o túmulo do Padre Pio, manifestando-se: “É especialmente impressionante, é especialmente profundo, o fato que celebramos esta Eucaristia junto ao túmulo do Padre Pio, que pregava a paixão e morte de Jesus Cristo, nosso Senhor, através de toda a sua vida... Esperamos que durante o santo sacrifício, durante a nossa oração comum, também ele reze conosco”. No dia seguinte, na pequena igreja: “Esta velha igreja permaneceu para mim o lugar do encontro com o Servo de Deus, Padre Pio. E depois de quase 27 anos tenho ainda nos meus olhos a sua pessoa, a sua presença, as suas palavras, a santa Missa celebrada por ele no altar lateral...”

Mas ele retornaria uma terceira vez a San Giovanni Rotondo, desta vez como Papa, dois dias antes do centenário de vida do Padre Pio, em 23 de maio de 1987 (1887-1987), Esta visita do Papa a San Giovanni Rotondo representaria um forte impulso para acelerar o Processo de Canonização. João Paulo II presidiu a Eucaristia no “Parque do Papa”, visitou o convento e os locais onde viveu Padre Pio. Na igreja grande apresentou o Padre Pio como modelo da vida sacerdotal: “Um aspeto essencial do sagrado ministério e reconhecido na vida do Padre Pio é a oferta que o sacerdote faz de si mesmo a Cristo e com Cristo, como vítima de expiação e de reparação pelos pecados dos homens... Esta oferta deve atingir a sua máxima expressão na celebração do Sacrifício eucarístico. Quem não recorda o fervor com o qual Padre Pio revivia, na Missa, a Paixão de Cristo? Daí a estima que ele tinha pela Missa, que chamava de “mistério tremendo”, como momento decisivo da salvação e da santificação do homem mediante a participação nos mesmos sofrimentos do Crucificado. Há na Missa todo o Calvário, dizia ele. A Missa foi para ele ‘a fonte e o cume’, a base e o centro de toda a sua vida e de toda a sua obra... Esta íntima e amorosa participação no sacrifício de Cristo foi para Padre Pio a origem da doação e disponibilidade para com as almas, sobretudo das emaranhadas nos laços do pecado e nas angústias da miséria humana... Também esse pode ser um exemplo para muitos sacerdotes a retomar ou a melhorar um “serviço aos irmãos” tão unido à própria missão específica, que sempre foi e ainda hoje deve ser rico de frutos espirituais para todo o povo de Deus, sobretudo na ordem da promoção da santidade e das sagradas vocações. Quero agradecer convosco o Senhor por nos ter dado o caro Padre, neste século tão atormentado, a esta nossa geração. No seu amor a Deus e aos irmãos ele é um sinal de grande esperança e convida a todos, sobretudo nós sacerdotes a não deixá-lo só nesta missão de caridade...”

E desceu até à cripta, ajoelhou-se ao lado do túmulo do Padre Pio, que para a Igreja oficial ainda não tinha sido declarado, Santo ou Beato, nem sequer Venerável. Permaneceu por uns dez minutos em oração, com sua mão apoiada no pesado bloco de granito verde.
Daquele momento em diante as peregrinações a San Giovanni Rotondo tiveram um forte incremento, pois caíra toda a prevenção por parte dos Bispos em autorizá-las... E era importante acelerar o Processo de canonização.
O Prefeito de San Giovanni Rotondo perguntou-lhe naquela ocasião: “Santidade, quando fará santo o Padre Pio?” - Ao que o Papa respondeu: “E que vim fazer eu aqui?” 
João Paulo II não dispensou dos trâmites legais no processo de Beatificação e de Canonização, mas influiu muito positivamente para que o mesmo corresse expeditamente.
Em dezembro de 1997, Padre Pio foi declarado Venerável. Em 02/05/1999 foi declarado Beato e em 16/06/2002, Santo pelo Papa João Paulo II.

A Beatificação foi uma apoteose excepcional. Pela primeira vez na história da Igreja, a Praça de São Pedro e a Via da Conciliação não conseguiram conter os devotos do novo Beato. Além dos que participaram aí, uns 150.000 assistiram a celebração em enormes telões na Praça de São João do Latrão (Roma) e em San Giovanni Rotondo. João Paulo II, afirmava feliz em sua homilia: “O eco que esta Beatificação despertou na Itália e no mundo é sinal de que a fama do Padre Pio, filho da Itália e de São Francisco de Assis, atingiu um horizonte que abraça todos os continentes”... Fama devida ao fato que “este humilde frade capuchinho encantou o mundo com a sua vida totalmente dedicada à oração e à escuta dos irmãos”. “Quem se dirigia a San Giovanni Rotondo para participar da sua Missa, para pedir-lhe conselho ou confessar-se descobria nele uma imagem viva do Cristo sofredor e ressuscitado. Na face do Padre Pio resplandecia a luz da ressurreição. O seu corpo assinalado pelos estigmas, mostrava a íntima conexão entre a morte e a ressurreição que carateriza o mistério pascal. Para o Beato de Pietrelcina a participação na Paixão teve tons de especial intensidade: os singulares dons que lhe foram concedidos e os sofrimentos interiores e místicos que o acompanhavam permitiram-lhe viver a experiência envolvente e constante nos sofrimentos do Senhor, na imutável consciência de que “o Calvário é o monte dos Santos...” No dia seguinte, o Papa falava aos peregrinos: “A santa Missa era o coração de cada um de seus dias, a preocupação quase angustiada de todas as suas horas, o momento de maior comunhão com Jesus sacerdote e vítima. Sentia-se chamado a participar da agonia de Cristo, agonia que continua até o fim do mundo”.

E por ocasião da Canonização: “Quão atual é a espiritualidade da Cruz vivida pelo humilde Capuchinho de Pietrelcina! O nosso tempo necessita redescobrir-lhe o valor para abrir o coração à esperança – Em toda a sua existência ele procurou uma sempre maior conformidade com o Crucificado, tendo bem clara consciência de ter sido chamado a colaborar de modo peculiar na obra da redenção. Sem esta constante referência à Cruz não se compreende sua santidade”.

Estando a Canonização já marcada para o dia 16/06/2002, os Frades Capuchinhos obtiveram de João Paulo II, por intermédio da Dra. Wanda, um testemunho (a ser publicado somente após a morte do Papa) sobre a sua visita ao Padre Pio em 1948.
Eis como ele se manifestou por escrito: 
“Reverendo Padre Guardião - A figura do Padre Pio está profundamente impressa na minha memória. Recordo aquele dia de 1948 (Nota: Não especifica o dia exato, mas foi na semana após a Páscoa de 1948, que caíra no dia 28 de março, portanto entre 29 de março e 04 de abril – A mesma semana em que, 57 anos após, morria João Paulo II) quando na tarde dum dia de abril, cheguei a San Giovanni Rotondo, como aluno do Angelicum para ver o Padre Pio, para participar da sua santa Missa e, possivelmente, confessar-me com ele. E exatamente ali foi-me dado ver, pela primeira vez com os meus olhos, aquele homem, cuja fama de santidade se espalhava pelo mundo.

Naquele dia pude trocar com ele algumas palavras e no dia seguinte participar da santa Missa, que foi longa e durante a qual via-se na sua face que sofria profundamente. Vi as mãos dele que celebravam a Eucaristia: os lugares dos estigmas estavam cobertos por uma faixa preta. Tal evento gravou-se em mim como uma experiência inesquecível.

Tinha-se a consciência de que sobre o altar em San Giovanni Rotondo realizava-se o sacrifício do próprio Cristo, o sacrifício incruento e, ao mesmo tempo, as feridas sangrentas nas mãos faziam-nos pensar a todo aquele sacrifício, a Jesus Crucificado.
Esta recordação perdura até hoje e de alguma forma tenho até hoje diante dos olhos aquilo que então eu mesmo vi.
Durante a confissão, Padre Pio demonstrou-se um confessor com um simples e claro discernimento e que tratava o penitente com grande amor.
Este primeiro encontro com ele, vivo e ainda estigmatizado, em San Giovanni Rotondo, considero-o como o mais importante e agradeço, de modo particular, a Providência por ele.
Assinado: + Joannes Paulus II – 5.IV.2002 (morreria em 02/04/2005).

Em verdade, João Paulo II sempre teve muita estima, admiração, veneração para com o Padre Pio, desde que o conheceu e não se cansou em apresentá-lo a todos como um santo extraordinário para os nossos dias, modelo especialmente para os sacerdotes.
Mas outros Papas e muitos Cardeais e Bispos também reconheceram e reconhecem que o Padre Pio é um santo extraordinário, um santo providencial para os nossos tempos e nutriram ou nutrem para com ele uma devoção especial. Basta citar apenas mais um testemunho de Bento XVI: Padre Pio “celebrando a Santa Missa, revivia com tal fervor o mistério do Calvário que edificava a fé e a devoção de todos. Inclusive, os estigmas que Deus lhe doou eram expressão de íntima conformação com Jesus Crucificado”(Angelus, l8/08/2005). No encontro com a Juventude na Alemanha, apresentou-o como um dos grandes santos dos nossos tempos.

São Pio de Pietrelcina revela-se um poderoso intercessor junto a Deus nas necessidades do nosso povo e muitas pessoas são agraciadas até por milagres. Isto é perfeitamente comprovado também na nossa Ermida e surgem sempre mais devotos dele. Se ele te cativar, dê graças a Deus. Pode ser gostoso experimentar a proteção dele, ser agraciado, quem sabe até com um milagre. Mas não basta ter “devoção”, pedir a ele milagres; uma verdadeira devoção deveria traduzir-se também em esforço de imitação, de acolhida do que ele nos pede a cada um hoje. Que São Pio de Pietrelcina te abençoe !


Fonte: Padre Bernardino Trevisan